Departamento de Artes da UFPr
Revista Eletrônica de Musicologia
Vol. 4/Junho de 1999

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De Alexandria a Babel

Bibliotecas Virtuais e Pesquisa em Música

 

Rogério Budasz

 

642 A. D. -- Alexandria rende-se aos árabes. Durante mais de novecentos anos, sua famosa biblioteca já havia sido destruída várias vezes, sempre das próprias cinzas renascendo. Provavelmente nunca saberemos se, por ocasião da conquista árabe, a biblioteca já se encontrava desmantelada, ou se, como conta uma das lendas, os remanescentes rolos e códices teriam sido utilizados como combustível para aquecer os vários banhos da cidade. O fato é que diversas razões, principalmente de ordem econômica e religiosa, impediram a sua reativação.[1]

A Biblioteca de Alexandria, na verdade um complexo de bibliotecas e escolas, teria sido estabelecida em 283 a. C., com o intuito de colecionar e preservar toda a literatura existente e promover a pesquisa científica (Arquimedes, Eratóstenes, Euclides e Galeno, entre outros, estiveram associados a ela), tornando-se legítima predecessora das universidades medievais.

A idéia de uma biblioteca total, que abrangesse toda a literatura já produzida, parece, em nossos dias, irrealizável, considerando-se o enorme volume de informação produzida a cada ano. Por outro lado, muitas das barreiras que se opõem a um projeto de tal magnitude desaparecem ao passarmos ao plano virtual, ao mesmo tempo em que emergem vantagens, como as facilidades de acesso e manipulação dos textos.

Em 1990, o lançamento do programa hytelnet, de Peter Scott, da Universidade de Saskatchewan, abriu a possibilidade de consulta a alguns catálogos de bibliotecas a partir de qualquer terminal conectado à internet. Mesmo usuários não familiarizados com os vários comandos operacionais poderiam agora conectar-se automaticamente às bibliotecas e "navegar" de um catálogo a outro.[2]

Mas a conveniência da consulta instantânea a catálogos de bibliotecas situadas a milhares de quilômetros de distância foi contrabalançada pelo aparecimento de uma série de novos problemas, oriundos no novo sistema de catalogação, como a pequena quantidade de informações que cada registro comporta, e a impossibilidade de anotações e referências cruzadas por parte do bibliotecário. Além disso, não é sempre que o usuário é advertido sobre a percentagem do acervo disponível no catálogo eletrônico.

Em 23 de abril de 1998, o WorldCat alcançou a marca de 39 milhões de registros catalográficos, representando obras em 370 idiomas, provenientes de 27.000 bibliotecas em 64 países. Dirigido pelo Online Computer Library Center,[3] o WorldCat é a maior e mais abrangente base de dados bibliográficos, mas não está nem perto de ser completo.[4] Além disso, o acesso à base de dados é restrito a assinantes.

Embora, em muitos casos, determinar a localização, ou simplesmente a existência de certa obra já seja de grande ajuda, o ideal óbvio seria a possibilidade de acesso imediato também ao seu conteúdo.

Diferentemente do sistema Full Text OnLine do OCLC, restrito a assinantes, já há alguns anos vêm sendo concretizadas diversas iniciativas, visando tornar bibliotecas eletrônicas universalmente acessíveis. De fato, já agora, a distância de um clique separa-nos de coleções de libretos, textos da liturgia católica, poesias, trabalhos acadêmicos e textos completos de obras nos campos da musicologia, estética, filosofia e história, entre outros.

No início de 1998, pouco mais de 20.000 livros encontravam-se disponíveis em linha, o que é irrisório quando pensamos nos milhões de títulos em circulação e nos milhões de volumes arquivados em qualquer biblioteca de pesquisa respeitável.[5] Por outro lado, o número de fragmentos, artigos, documentos e textos diversos espalhados pela rede escapa a qualquer tentativa de aproximação, e muito menos de catalogação. Talvez encontrássemos a metáfora mais apropriada para a internet não na Biblioteca de Alexandria, mas na borgiana Biblioteca de Babel, um labirinto onde bibliotecários peregrinam em busca do catálogo, e onde são grandes as chances de que uma obra consultada há poucos instantes jamais volte a ser encontrada.

Mesmo assim, a digitalização e disponibilização de obras na internet, e a edição de materiais diretamente em forma digital, parecem ser soluções viáveis para problemas como o custo das edições impressas e a diminuição do poder de compra das bibliotecas nos últimos anos.

Brian Hawkins, da Brown University, observou, em maio de 96, que, "se a tendência atual continuar, em 30 anos o orçamento das melhores universidades americanas terá apenas 20 por cento do poder de compra que apresentava na década de 1980. E isto se o volume de informação fosse estático. Considerando-se que a informação duplica a cada quatro anos, pelo ano 2001, entre inflação e explosão da informação, as bibliotecas poderão comprar apenas dois por cento da informação existente. [...] Como as especialidades científicas mais esotéricas são as primeiras a terem seus orçamentos cortados, as bibliotecas, irônicamente, respondem à redução do poder de compra por duplicarem as coleções umas das outras."[6]

Diversos obstáculos, de ordem financeira, logística e legal, levantam-se à concretização destes esforços. A limitação imposta pelas leis de copyright é sentida sobremaneira na pesquisa científica: Qual o valor, para o cientista, de uma biblioteca composta de obras de mais de 75 anos? Além disso existem outros fatores, como a falta de esforços coordenados na seleção dos textos, a ausência de padrão e, paradoxalmente, o próprio avanço tecnológico: Somos incapazes de prever se todo este material continuará legível dentro de algumas décadas.

Com quantos bytes se faz uma duplex longa?

Fontes primárias musicais, em fac-símile ou de outra forma editadas, embora ainda em número escasso, também encontram-se disponíveis na rede. É curioso que grande parte dos esforços de digitalização deste material origine-se dos entusiastas e pesquisadores no campo da música medieval e renascentista. Em fac-símiles encontramos, entre outras obras, as Cantigas de Santa Maria, tratados de Playford e Arbeau e baladas inglesas renascentistas.

Dentre os projetos mais notáveis, citamos o Thesaurus Musicarum Latinarum (TML),[7] centralizado na Universidade de Indiana em Bloomington, que visa oferecer o inteiro corpus da teoria musical latina. Textos completos, com os exemplos musicais, de obras de Boécio, Guido, Franco de Colônia, Jean de Muris, Ramos de Pareia, entre muitos outros, já podem ser acessados livremente. O sítio conta ainda com um sistema de busca que permite localizar a ocorrência de determinada expressão em qualquer uma ou em todas as obras simultâneamente.

Já o Thesaurus Musicarum Italicarum (TMI),[8] da Universidade de Utrecht, que vem editando a teoria musical italiana da Renascença e Barroco em fac-símiles e transcrições, fornece apenas o material demonstrativo em seu sítio na internet. O interessado pode, contudo, adquirir o primeiro CD-ROM, contendo os escritos musicais de Zarlino, por um custo inferior ao de qualquer edição impressa. Edições em CD-ROM são particularmente apropriadas em se tratando de fac-símiles, devido ao tamanho dos arquivos e ainda a baixa velocidade e o alto custo das conexões à rede em vários países.

Quanto às bases de dados de fontes musicais, o desenvolvimento e a concretização dos projetos vêm ocorrendo de forma muito mais acelerada. Em junho de 1997 o RISM, Repertório Internacional de Fontes Musicais, tornou disponível a base de dados da série A/II, para livre acesso através da internet.[9] A série A/II compreende atualmente mais de 230.000 entradas referentes a manuscritos musicais posteriores a 1600 e, em grande parte, anteriores a 1850, procedentes de 451 bibliotecas e arquivos de 23 países.[10] Várias modalidades de busca são oferecidas, e a ficha catalográfica, além do incipit, conta ainda com hyperlinks para referências cruzadas em alguns dos campos. O RISM ainda oferece outro recurso de peso: A base de dados de libretos, com informações sobre mais de 13.000 libretos da Coleção Schatz, da Biblioteca do Congresso. Embora nenhuma instituição nacional tenha seus dados catalogados pelo RISM, de interesse para o pesquisador da música brasileira é a possibilidade de consulta a arquivos e bibliotecas portuguesas.

Ainda outra base de dados, a "Música do Século XIV,"[11] segundo seus organizadores, é "um inventário completo de todas as obras reconhecidamente compostas na Europa durante o século XIV," com a indicação do conteúdo de todas as fontes manuscritas e fragmentos. Foram acrescidas também informações sobre obras conhecidas a partir de fontes literárias, mas não encontradas até o momento.

Finalmente, no Brasil, encontra-se em concretização o Projeto Minas, iniciativa do Departamento de Música da Escola de Comunicações e Artes da USP.[12] A equipe do Laboratório de Musicologia vem catalogando o acervo de 1800 partituras manuscritas, totalizando 225 obras, provenientes das cidades de Aiuruoca, Brazópolis e Campanha, no sul de Minas Gerais, atualmente no acervo da biblioteca da ECA. Em 25 de junho de 1998, data da última atualização, das 225 obras, 142 já se encontravam catalogadas, sendo possíveis as buscas por autor, Í" d&endash; ÏÜêmento, limit Íy pelas opções andamento, compasso e tonalidade. O incipit musical também é oferecido em formato midi, para pronta audição.

Um possível e provável intercâmbio futuro entre bases de dados, nacionais e do exterior, exige a adequação dos nossos esforços catalográficos às normas internacionais - as Richtlinien do RISM -, para que não corramos o risco de, brevemente, ter de refazer o serviço.

Breves Buscas

Quarta-feira, 8 de julho de 1998
RISM A/II
Nome: Sousa
Opção: search

Os registros 33 a 36 apresentam dados dos manuscritos 217/1-4 do Arquivo da Fábrica da Sé Patriarcal de Lisboa - obras de Teodoro Siro [ou Cyro] de Sousa. A despeito do resultado da busca no RISM, sabemos que estas não são as únicas obras existentes em Portugal deste compositor setecentista, mestre de capela da Sé da Bahia. O catálogo dos fundos musicais do Paço Ducal de Vila Viçosa, editado pela Fundacão Calouste Gulbenkian, também indica naquele arquivo a existência de algumas obras. Uma busca em Souza, com z, não resolve a questão. Já que esta biblioteca encontra-se relacionada entre as 47 instituições portuguesas que fornecem dados de suas coleções para os vários projetos do RISM, resta-nos saber se o caso é de catalogação parcial, ou se, até o momento, o seu acervo não foi incluído na base de dados A/II. Por via indireta, somos informados que a base A/II inclui, até o momento, apenas quatro instituições portuguesas: A Biblioteca Nacional e a Fábrica da Sé Patriarcal, ambas em Lisboa, o arquivo da Sé de Viseu e o arquivo da Sé de Évora. A informação sobre a porcentagem do acervo incluída na base não nos é fornecida.

Quarta-feira, 8 de julho de 1998
RISM A/II
Palavra do título: Landum
Opção: browse

O resultado da busca apresenta-nos três landus, e um landun, pertencentes ao manuscrito Kestner nº 101 III (nºs 17, 19, 37 e 38), da Biblioteca Estatal de Hanover. Destes, o incipit do nº 38 revela-nos o conhecido landum de Spix e Martius. Mas, onde estão os manuscritos 4460, 4467 e 4473 da Biblioteca Nacional de Lisboa, todos intitulados Landum? Segundo dados não encontráveis na base de dados do RISM, entre maços de partituras, partes cavadas e folios soltos, a biblioteca conta com 5045 manuscritos.[13] Mas a base A/II traz apenas 162 entradas (correspondentes a números musicais), resumindo-se aos manuscritos MS 388 e 264/3 e alguns itens da Coleção Ivo Cruz.

Desculpe, em construção…

Se a quantidade de documentos e programas disponíveis na internet é assombrosa, a rede está longe de se constituir um repositório de todo o conhecimento humano. Trata-se, de fato, de um grande espelho dos interesses da humanidade, dos mais sublimes aos mais sórdidos -- Babel novamente, agora não mais a borgiana, mas a bíblica -- que não deixa de ser também uma cômoda fonte de informações, tantas vezes fragmentada ou corrompida, haja visto a diversidade de criadores, meios e finalidades.

Esforços individuais muitas vezes são descontinuados, ou pecam pela ausência de método. Todavia, páginas pessoais na internet são ótimos veículos, quando não os únicos, para tornar conhecidos trabalhos de qualidade que, por uma razão ou outra, jamais viriam a público.

Esforços coletivos confrontam-se com pressões legais e financeiras, e passam a adotar meios de restringir o acesso, o que, para muitos, contraria a essência democrática da internet, mas que revela ser a única forma de garantir a qualidade e continuidade dos projetos.

Entre as notáveis exceções, experimentos bem-sucedidos, como o RISM e o TML, continuam, não sabemos ainda por quanto tempo, a disponibilizar o livre acesso. Por outro lado, são poucos os periódicos que decidiram pela limitação do acesso a assinantes ou a instituições vinculadas. Revistas eletrônicas já de certa tradicão na internet, se é que isto existe, como a Music Theory OnLine, ainda oferecem livremente a totalidade de seu conteúdo.

O baixíssimo custo de criação e manutenção de sítios na internet torna a ediçao de periódicos eletrônicos uma saída promissora para a publicação de trabalhos acadêmicos pelas próprias instituições, tantas vezes confrontadas com problemas orçamentários. Entretanto, avaliação, revisão, ponderação, e porque não dizer bom gosto, são necessários aqui, mais do que em qualquer outro meio, justamente pela grande quantidade de recursos disponíveis, aliados `as facilidades de edição e à necessidade de reduzido material humano.

Finalmente, algo sobre a própria essência dos textos. Como vimos, bibliotecas eletrônicas vêm digitalizando com sucesso um grande número de textos em domínio público, oferecendo-os em texto plano, particularmente no formato ASCII. No caso dos periódicos eletrônicos, entretanto, onde os textos, em sua maior parte, são produzidos direta e exclusivamente para divulgação na rede, esta opção é, no mínimo, tímida.

Com tantos recursos disponíveis, são poucos os periódicos, em qualquer área, que demonstram estar à vontade neste ambiente. E não se trata simplesmente de combinar texto, som e imagem, mas, principalmente, de explorar as possibilidades do hipertexto, oferecendo, por exemplo, a partir das notas, citações e referências, ligações para os textos originais citados e trabalhos enfocando outros pontos de vista. O leitor é quem decidirá o caminho a percorrer, escolhendo e rejeitando ligações, criando assim o seu próprio texto -- "O nascimento do leitor deve ocorrer ao custo da morte do autor," já pressentia Barthes. Todavia, o autor, ou compilador, ainda é quem decide que ligações tornará disponíveis ou não.

Alexandria, Babel de Borges, Babel bíblica. A rede é um pouco de cada. Um enorme labirinto também, é verdade. Mas, quem precisa do fio de Ariadne quando pode salvar seus bookmarks?


ANEXO - SÍTIOS DE INTERESSE PARA A PESQUISA EM MÚSICA

 

Bibliotecas Virtuais

Índice de repositórios de textos - Biblioteca do Congresso
   http://lcweb.loc.gov/global/etext/etext.html
   
   Projeto Gutenberg
   http://promo.net/pg
   
   The English Server: Mais de 18.000 textos (literatura, filosofia, artes, música, etc.):
   http://english-server.hss.cmu.edu
   
   Internet Public Library: Mais de 7500 textos
   http://www.ipl.org/reading/books
   
   Labyrinth Library: Textos medievais. Links para recursos em paleografia
   http://www.georgetown.edu/labyrinth
   
   Projekt Gutenberg-DE: Versão em alemão do Projeto Gutenberg
   http://gutenberg.aol.de/gutenb.htm
   
   Textos eletrônicos em francês
   http://cedric.cnam.fr/ABU
      http://un2sg4.unige.ch/athena/html/ath_txt.html
   
   LiberLiber - Progetto Manuzio: Textos em italiano
   http://www.liberliber.it
   
   Projeto Perseus: Textos e recursos relativos à antiguidade clássica
   http://www.perseus.tufts.edu
   
   Medieval Sourcebook: Textos e recursos
   http://www.fordham.edu/halsall/sbook.html
   
   Libretos de Óperas e outros textos de música em domínio púbico
   http://php.indiana.edu/~lneff/libretti.html
      http://www.recmusic.org/lieder
   
   Comedia Homepage: Teatro Espanhol do Século de Ouro
   http://www.coh.arizona.edu/spanish/comedia/default.html
   
   Bibliotecas virtuais de filosofia
   http://www.valdosta.peachnet.edu/~rbarnett/phi/resource.html
http://www.bris.ac.uk/Depts/Philosophy/VL Jornal de Poesia: Mais de 1000 autores de língua portuguesa. Artigos http://www.secrel.com.br/jpoesia/poesia.html Textos da liturgia católica http://www.uni-regensburg.de/Fakultaeten/phil_Fak_I/Musikwissenschaft/cantus/info-dt.htm Catálogos de Bibliotecas Via Web http://library.usask.ca/catalogs/world.html Via Telnet http://library.usask.ca/hytelnet/sites1.html Catálogo Colectivo del Patrimonio Bibliográfico Español http://www.mcu.es/ccpb Bases de Dados RISM - Répertoire International des Sources Musicales: Dados bibliográficos de manuscritos musicais (1600 - 1850) e libretos em mais de 450 bibliotecas ao redor do mundo. http://www.rism.harvard.edu/rism/DB.html Música do Século XIV: Informações sobre compositores e manuscritos musicais do século XIV (exceto litúrgicos): http://www.lib.latrobe.edu.au/music14.html CANTUS. Base de dados do Canto Gregoriano http://publish.uwo.ca/~cantus Inventário Internacional de Textos de Vilancicos - IIVT http://www.sun.rhbnc.ac.uk/~vhwm002/ILM/IIVT/index.html Folkways - Base de Dados de Gravações do Smithsonian Institute: Mais de 30.000 faixas de gravações. O usuário pode ainda solicitar a confecção e o envio de cassetes com as gravações solicitadas. http://www.si.edu/organiza/offices/folklife/database USP - ProjetoMinas http://www.cmu.eca.usp.br/lam/minas Fontes Primárias - Música Minstrels Home Page: Cantigas de Santa Maria, Thomas Ravenscroft, manuscrito Robert ap Huw, baladas inglesas dos séculos XVI a XVIII http://www.pbm.com/~lindahl/minstrel.html Society for Creative Anachronism - Music and Dance Page: Dança Renascentista - Caroso, Arbeau, Playford. http://www.pbm.com/~lindahl/music_and_dance.html Thesaurus Musicarum Latinarum (TML): Obras de teoria musical em latim, da Idade Média e Renascença. http://www.music.indiana.edu/tml Thesaurus musicarum italicarum (TMI): Corpus da teoria musical italiana da Renascença e Barroco em fac-símile e transcrição. Apenas uma pequena parte do material está disponível via Internet (Zarlino, Pontio), e futuramente o sítio terá acesso restrito http://candl.let.ruu.nl/Research/tmi/main.htm A Acadia University anuncia para breve a construção de um arquivo de fac-símiles de música do século XVII na seguinte URL: http://ace.acadiau.ca/score/facsm/Acadia.htm Periódicos Ethnomusicology Research Digest http://www.inform.umd.edu/EdRes/ReadingRoom/Newsletters/EthnoMusicology Music & Anthropology http://gotan.cirfid.unibo.it/M&A/index.htm Ethnomusicology online http://umbc.edu/eol De Musica http://imiucca.csi.unimi.it/~gpiana/demus.htm Music Theory OnLine http://boethius.music.ucsb.edu/mto/mtohome.html South African Journal of Musicology http://www.und.ac.za/und/samus Sonances http://www.sonances.qc.ca Revista Transcultural de Música http://www2.uji.es/trans Journal of 17th Century Music http://www.sscm.harvard.edu/jscm/welcome.html Revista Eletrônica de Musicologia http://www.cce.ufpr.br/~rem/rem.html Musicologia Leitura e transcrição da notação mensural branca (meados do século XVI) http://www.uconect.net/~raybro/index1.html Canto gregoriano http://www.music.princeton.edu:80/chant_html/
gopher://osiris.wu-wien.ac.at:7121/11/pub/earlym-l/gregorian.chants Música Colonial Brasileira http://www.geocities.com/RainForest/9468/musicamg.htm CDMC - Centro de Documentação da Música Contemporânea http://obelix.unicamp.br:8080/musica DIMAS - Divisão de Música e Arquivo Sonoro - Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro http://pub2.lncc.br/dimas/dimas1.htm Índices de Sítios American Musicological Society http://musdra.ucdavis.edu/Documents/AMS/musicology_www.html Golden Pages - Royal Holloway College http://www.sun.rhbnc.ac.uk/Music/Links/index.html On line resources for Ethnomusicologists http://www.middlebury.edu/~lib/ethno.html História Recursos em História http://kuhttp.cc.ukans.edu/history/index.html
http://www.uc.edu/www/history/highway.html
http://www.uv.es/~apons/un.htm
http://odur.let.rug.nl/ahc/hist.html H-Ideas. História intelectual. Lista de discussão, recursos http://h-net2.msu.edu/~ideas Marcas d'água: catálogos, recursos, bibliografias http://ebbs.english.vt.edu/gravell/library.html
http://www.byu.edu/~hurlbut/dscriptorium Semiótica Recursos em Semiótica - Universidade do Colorado http://www.cudenver.edu/~mryder/itc_data/semiotics.html Cultura, Arte e ciberespaço CTHEORY - International journal of theory, technology and culture. http://www.ctheory.com


Notas

[1] Edward Alexander Parsons, The Alexandrian Library. London: Elsevier, 1952, p. 371 ff.retorna

[2] Karen Coyle, Coyle's Information Highway Handbook. Chicago: American Library Association, 1997, p. 16-17.retorna

[3] OCLC Press release, 19 de maio de 1998. Página consultada em 8 de julho de 1998. http://www.oclc.org/oclc/press/980519.htm

O WorldCat é apenas uma das 60 bases de dados disponibilizadas pelo OCLC no pacote FirstSearch. O OCLC ainda oferece o sistema Full text online, que permite localizar e visualizar imediatamente, ou receber via correio eletrônico, o texto de mais de 1,5 milhão de artigos de aproximadamente 1.800 revistas acadêmicas.retorna

[4] No Brasil, segundo dados do OCLC, parte de seus serviços é utilizada por 32 instituições, das quais apenas duas fornecem dados catalográficos de suas coleções ao WorldCat.retorna

[5] Diane Krieger, "Bibliophiles of the world, unite! A 21-st century spin on the fabled Library of Alexandria." Networker, Los Angeles, University of Southern California, 8 (4), march-april, 1998, p. 33.retorna

[6] Citado em Diane Krieger, op. Cit., p. 29.retorna

[7] http://www.music.indiana.edu/tml retorna

[8] http://candl.let.ruu.nl/Research/tmi/main.htm retorna

[9] http://www.rism.harvard.edu/rism/DB.html retorna

[10] InfoRism nr 8, 1997. Página consultada em 8 de julho de 1998. http://www.rism.harvard.edu/RISM/InfoRISM/v8/2_Internet_eng.htm retorna

[11] http://www.lib.latrobe.edu.au/music14.html retorna

[12] http://www.cmu.eca.usp.br/lam/minas retorna

[13] Seção de Música da Biblioteca Nacional. Página consultada em 15 de julho de 1998. http://www.ibl.pt/bn/biblioteca/colecoes/musica.html retorna

copyright©1999 Electronic Musicological Review, vol. 4/June 1999